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BRASIL
Prefeito de Teixeira é cassado por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2016
O juiz da 30ª Zona Eleitoral, Carlos Gustavo Albuquerque Barreto finalizou a sentença
Rita Bizerra Patos - PB
Postada em 31/01/2018 ás 07h27
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Prefeito de Teixeira é cassado por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2016

Prefeito de Teixeira

Foi publicado na manhã de hoje, quarta-feira, 31, pelo Ministério Público Eleitoral, a sentença condenatória contra Edmilson Alves dos Reis (Nego de Guri),  prefeito de Teixeira, na Paraíba, e o seu vice, Amarildo Meira de Vasconcelos, cassando os seus mandados e os tornando inelegíveis por oito anos,  por abuso de poder econômico e político, condutas vedadas e captação ilícita de sufrágio na campanha eleitoral de 2016.
 

Ainda segundo a sentença, houve contratação irregular de pessoal e gastos efetuados com pagamentos de valores superiores aos devidos e que os pagamentos limitaram aos meses de julho, agosto e setembro de 2016, tendo sido suspensos em outubro de 2016, logo após as eleições.

 

O juiz da 30ª Zona Eleitoral, Carlos Gustavo Albuquerque Barreto finalizou a sentença informando que em caso de trânsito em julgado, a Câmara Municipal deverá solicitar ao Tribunal Regional Eleitoral novas eleições municipais.

 

O advogado do prefeito, Rejânio, explicou que a decisão ocorreu em primeira instância e que a coligação do prefeito irá recorrer da decisão. 

 

A denúncia foi formulada pela coligação opositora, ‘o povo pode mais’.

Edmilson Alves dos Reis, mais conhecido como Nego de Guri, e o seu vice, Amarildo Meira de Vasconcelos, cassando os seus mandados e os tornando inelegíveis por oito anos.

 

O motivo da condenação é por abuso de poder econômico e político, condutas vedadas e captação ilícita de sufrágio na campanha eleitoral de 2016.

 

Ainda segundo a sentença, houve contratação irregular de pessoal e gastos efetuados com pagamentos de valores superiores aos devidos e que os pagamentos limitaram aos meses de julho, agosto e setembro de 2016, tendo sido suspensos em outubro de 2016, logo após as eleições.

 

O juiz da 30ª Zona Eleitoral, Carlos Gustavo Albuquerque Barreto finalizou a sentença informando que em caso de trânsito em julgado, a Câmara Municipal deverá solicitar ao Tribunal Regional Eleitoral novas eleições municipais.

 

O advogado do prefeito, Rejânio, explicou que a decisão ocorreu em primeira instância e que a coligação do prefeito irá recorrer da decisão. 

 

A denúncia foi formulada pela coligação opositora, ‘o povo pode mais’.

 

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FONTE: Redação
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