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MULHER
A minha versão enquanto Secretária de Cultura, da minha terra em 2017
As minhas ações revelam a minha versão, dada à minha condição.
Rita Bizerra Patos - PB
Postada em 05/01/2018 ás 22h45 - atualizada em 08/01/2018 ás 14h48
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A minha versão enquanto Secretária de Cultura, da minha terra em 2017

Evento em São Paulo

A realidade cultural no Brasil de hoje é caótica. Até tivemos esperançosos no início do século, quando a promessa seria a Institucionalização da Cultura no País. Quando eu mesma, fora do Poder Público tive através de audácias e luta, a oportunidade de participar da primeira Turma de Formação em Gestão de Cultura do Ministério de Cultura, no Brasil e até criei um Projeto de Economia Criativa, que continua engavetado, juntamente, com outras dezenas de Projetos criados e não executados depois do referido curso.


 


Desde menina aprendi caminhar de acordo com a minha condição. Quando o degrau é baixo eu subo. Se é um pouco mais elevado, eu me apoio na parede, na porta, no carro que está estacionado, na pessoa que está do meu lado e se não tem alguém do meu lado, peço ajuda de quem está a passar ali, sem a menor vergonha de ser como sou e sem me interessar conhecer a intenção, de quem me olha e faz uma crítica.


 


Sabe aquela pessoa que põe o copo na parede para ouvir o que de mal o vizinho fala dele? Eu não faço isso.


Eu não tenho interesse de saber quem tem inveja de mim, pelo fato de saber naturalmente, pelas ações da outra pessoa. Mas, nem todas as pessoas conhecem os meus hábitos e, no dia 28 de dezembro, na quinta-feira, quando estava organizando as últimas coisas para realizar a 7ª edição do Projeto "Fazendo Uma Criança Feliz" e passava na frente do Bar Cidelino, um ambiente familiar e querido por mim e muitos conterrâneos, vejo alguns amigos e um deles, não o via há décadas. Não resisti ignorá-los e fui até lá dá um aperto de mão, mas, em meio a alegria de revê-los acabei sentando e ouvindo um alerta de um deles.


 


O amigo segura no meu braço e me pede atenção, sentindo a necessidade dele em ser ouvido por mim, o atendi, porém as palavras dele foram bem mais leves do que esperava e tenho ciência que a leveza fora posta por ele próprio. "Rita o que dizem pela cidade é que você está uma secretária ausente..."


 


Tentei justificar a ele e aos presentes de alguns "Porquês", todavia, a vida é simples e eu sou bem transparente.


 


Todos os meus passos são fundamentados na mesma teoria. A metodologia que utilizo nas minhas ações é a mesma, "condição".


 


Quando eu tenho dinheiro para as minhas obrigações e me sobra, viajo para investir em mim, no sul, no suldeste, onde tiver o que preciso para aumentar a minha bagagem. Se não tenho dinheiro suficiente, troco experiências na internet, leio livros, assisto áudios, etc.


 


No dia seguinte, ao realizar o evento com as crianças do Conjunto, Triângulo e Assentamento. Viver aquele sentimento de gratidão a Deus pelo sucesso daquela ação realizada, como disse o Padre Erivaldo na sua fala, ..."com amor, boa vontade e força de vontade", apesar das críticas recebidas, da zombaria de quem desejava que o evento se tronasse um fracasso, apesar de sentir vergonha de pedir apoio para quem podia me ajudar e realizar com poucos recursos de conterrâneos que moram fora, outras colaborações e tirando parte do meu próprio bolso, o "Porquê" da minha ausência sentida ficou bem clara, principalmente, ao ouvir o grito de felicidade em côro das crianças e dos pais.


 


Tão clara, quanto a minha ausência nos bancos da igreja de Olho d'Água, haja vista, se eu estou lá muitas pessoas não ficarão atentas à homilia do Padre Erivaldo, pois, umas estão me olhando e tirando a atenção das que estão próximas delas, "...olha como ela senta, olha como levanta". É a minha "condição"(risos).


 


Em resumo: Eu tenho uma vida mais produtiva e construtiva por saber que todo mundo é perfeito e pode tudo.


Eu me preocupo em fazer o que posso e o que desejo fazer à olhar os outros ou escutar os outros, eu cresci e adquiri a capacidade de fazer as minhas escolhas. As minhas ações revelam a minha versão, dada à minha condição. Eu sou o que faço, não o que os outros falam.


 


https://www.youtube.com/watch?v=eYh6b-ZCJkc

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Rita Bizerra
Rita Bizerra

Rita Bizerra- Paraibana com orgulho...rsrs Amante da leitura e da escrita,Licenciada em Letras e Pós-graduada em Língua, Linguística e Literatura, Especialista em Gestão de Negócios, Jornalista e Assessora de Impresa especializada e Empreteca. Com os títulos publicados: Aventuras de Uma Vida e algumas poesias, Olho D'água a Princesinha do Vale, O Verdadeiro Rei do Cangaço (TCC), coautora de Coração de Poeta. Colunista do Periódico Folha Patoense muito tempo. Alma de Mulher...

Patos - PB
(83) 9 86812319 - 9 98100345
ritabizerra@hotmail.com

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